Lua, que ilumina a escura rua
Que perpetua
Que diz que é sua
Mas é de todos
De todos os apaixonados
Que vagam vagos
Por entre as ruas de uma cidade qualquer
Que andam pensando em sua mulher
Naquela moça tão frágil
Que ele quis conhecer
Teve que aceitar a pindura
De ter que viver na amargura
De esperar essa linda mulher
Em uma noite qualquer
Esperar o teu beijo tão doce
Por uma só vez que fosse
Sentir esses lábios cálidos
Perto dos dele também
A lua acalma as almas
De quem vive sem calma
Esperando um dia melhor
Depois que teu corpo dormir
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